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Fórum


Série "Correspondentes de Guerra"
A importância e o papel dos correspondentes
internacionais (estrangeiros) no País

Por Ruth Vianna

Falar sobre a importância da atividade jornalística dos correspondentes internacionais no Brasil; pautando o Brasil para fora não pode ser refratário aos últimos acontecimentos polêmicos, ocorridas no cenário político brasileiro dos anos 2002 a 2004, nesta área, uma vez que estaremos passando por cima de histórias de alguns séculos da diplomacia brasileira e das relações internacionais; do Ministério das Relações Internacionais, e do Itamaraty que cuida destas missões internacionais e da imagem do Brasil no exterior.

Um novo estilo de governo no poder central do país, com um presidente eleito pelo povo e vindo do meio do povo, o presidente da República Luís Inácio Lula da Silva, acabou colocando à mostra a ponta do iceberg que é a fragilidade com que sempre ou quase sempre foi tratada a questão dos correspondentes internacionais sediados no Brasil e que têm a missão de informar ao resto do mundo sobre o que passa aqui.

Os correspondentes internacionais no Brasil são visto, geralmente, com muito glamour, como "pessoas especiais; que ganham muito dinheiro, vivem na maior mordomias e não devem satisfação a ninguém nem sobre a sua existência aqui no País e nem sobre o que escrevem e publicam". Estariam acima de qualquer suspeita, do bem e do mal...

Tanto não é assim que o caso mais polêmico destes últimos tempos envolvendo o Presidente brasileiro Luis Inácio Lula da Silva com o jornalista Larry Rohter, correspondente do The New York Times, no Rio de Janeiro, que escreveu sobre os perigos para a Nação brasileira, caso, a presidente Lula continuasse a manter hábitos pouco simpáticos de beber em público, cujo conteúdo da matéria do Sr. Rohter, causou a maior polêmica e foi de conhecimento de todo o brasileiro, causando dissabores à presidência da República.

A reação confusa do presidente Lula, ao tentar cassar o visto de permanência no país do jornalista correspondente dos EUA, Larry Rohter pela infeliz matéria provocou situação pior, causando crise na Diplomacia brasileira e internacional e colocando toda comunidade de jornalistas brasileiros ou não contra a própria Presidência da República, quer dizer "o tiro saiu pela culatra". E o presidente Lula foi exposto como um "beberão" e ainda mais, que para combater seus desafetos usava mão leis antidemocráticas e repressoras á liberdade de expressão.

O caso foi a maior crise vivida por Lula na Presidência e só mesmo a experiência e sabedoria de pessoas importantes do Itamaraty e do Ministério da Justiça e das Relações Exteriores é que se pôde contornar a situação, removendo a decisão do presidente Lula de expulsar o jornalista norte-americano do Brasil, o que evidentemente causaria uma guerra diplomática entre o Brasil e os Estados Unidos. Rohter acabou não sendo expulso pois feriria a Democracia e o livre direito de expressão no Brasil.

O caso foi sufocado e mal resolvido, inclusive junto ao jornal The New York Times, que se recusou a desmentir e se retratar sobre a reportagem publicada por Rohter e nem tampouco cumpriu com a promessa de dar espaço em suas páginas para que Lula desmentisse o que fora publicado a seu respeito; mas serviu, entretanto ao nosso ver, para despertar a atenção sobre a importância e do papel que o correspondente internacional tem ao realizar suas atividades jornalísticas em países estrangeiros, e no caso o Brasil. Serviu também para o tema voltar a ser estudado nos bancos escolares da academia das escolas de jornalismo.

Desta forma, o que importa para a pesquisa sobre a categoria dos correspondentes internacionais é que a matéria precisa ser estudada, justificando assim a sua importância. Também foi um momento de fortalecimento e visibilidade da categoria, cuja Associação tanto em São Paulo, Rio de Janeiro e em Brasília não estavam bem consolidada enfrentando problemas diversos como relatou em sua entrevista a jornalista peruana presidenta da Associação dos Correspondentes estrangeiros em São Paulo, Verónica Goyzueta (Ver entrevista de Vianna, Ruth com Goyzueta).

Ainda em maio de 2004, logo após os acontecimentos entre Lula e Larry Rohter do The New York Times, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo, em comemoração ao Dia da Imprensa, 1º de junho, promoveu o debate Ética, qualidade da informação, responsabilidade profissional. O jornalismo analisado por jornalistas.

Estiveram presentes Paulo Breiten, Verónica Goyzueta, Gilberto Nascimento, Denise Fon e o estudante Leonardo Guandeline. Os temas em pauta e que foram discutidos além do fatídico caso Lula versus Rohter foram: limites da liberdade de imprensa e da ética profissional; precariedade na formação profissional e no cotidiano das redações; Uso de 'recortagem' e release versus pasteurização do noticiário;A crise na reportagem. De quem é a culpa?; A responsabilidade do jornalista, a confiabilidade das fontes e a integridade de quem é notícia e Como garantir um jornalismo de qualidade.

Neste maio de 2004, não só os estereótipos de se ter o correspondente estrangeiro tidos como uns bons vivam e de glamour caíram por terra como mostrou também que é importante saber e se levar em conta que existem olhares diversos sobre o Brasil e os personagens de maior destaque nos cargos de importância do cenário político brasileiro. E que esses olhares constituídos por jornalistas da imprensa escrita, falada e televisionada do mundo inteiro tem um papel importante a contribuir para a saúde democrática do país.

A força da ACE-SP se fez presente no caso Lula - Rohter. Foi ai que a Associação de São Paulo ganhou visibilidade. Promoveram encontros sobre o tema, enviaram cartas à presidência (Ver abaixo a original da correspondência) e ao mesmo tempo a Associação dos Correspondentes Estrangeiros de São Paulo foi descoberta pelo cidadão comum que passou a enviar e-mails para a presidenta da ACE-SP contra ou favorável às atitudes de Lula em relação ao correspondente Larry Rohter (ver abaixo os e-mails recebidos pela jornalista Verónica Goyzueta).

O importante de toda esta situação evidentemente é que somente um caso escabroso como foi a do presidente Lula versus Larry Rohter para tirar do anonimato mas de uma centena de jornalistas estrangeiros que vivem, moram, têm seus filhos e mulheres aqui, em alguns casos já estão aqui há mais de 30 anos e que este batalhão de profissionais da imprensa estavam esquecidos adormecidos no consciente e inconsciente nacional, embora eles diariamente estejam focados no Brasil, estejam de olho no Brasil e no mundo. Com a cobertura da imprensa brasileira sobre a guerra do Iraque e os EUA e anteriormente a cobertura do conflito do Afeganistão se deu o mesmo.

Como a cobertura deste conflito e guerra pela imprensa brasileira foi a mais combatida e combatível a ACE-SP, reunida com os seus jornalistas discutiram o assunto e lançaram o Guerra e imprensa. Um olhar crítico da cobertura da guerra do Iraque pela Summus Editorial, SP, 2003. Realizaram debates sobre o tema da cobertura nacional e internacional da guerra do Iraque no Itaú Cultural, trazendo vários correspondentes internacionais que residem no Brasil e estão à frente desses acontecimentos.

Em todos estes eventos o que ficou claro é que passamos por uma crise na imprensa brasileira e que é preciso acordar para a importância e o papel do correspondente internacional, da editoria internacional; re-decodificar a sua categoria e função frente as atividades que realizam e que cada vez mais a sociedade midiática e globalizada está a cobrar a sua atuação de forma eficaz e visível para a humanidade como um todo. Ver íntegra das cartas e documentos da ACE-SP, quanto ao caso Larry Rohter versus Lula, disponibilizados para esta pesquisa pela presidenta Verónica Goyzueta:


Carta Aberta ao Governo Brasileiro

A Associação dos Correspondentes Estrangeiros (ACE), lamenta a decisão do governo brasileiro de cancelar o visto temporário do jornalista Larry Rohter, correspondente do The New York Times, no Rio de Janeiro, e espera que reconsidere essa retaliação que prejudica o direito de livre expressão da imprensa estrangeira no Brasil.

A ACE não concorda com o conteúdo da matéria do Sr. Rohter, por considerar que foi tendenciosa. Não concordamos, como correspondentes, com as afirmações de que o "hábito de beber" do presidente seja uma "preocupação nacional" nem de que "sua preferência por bebidas fortes" esteja afetando sua performance no cargo, como foi declarado no artigo.

Consideramos também que as fontes ouvidas foram parciais e que a apuração da matéria foi incompleta.

Estamos preocupados, no entanto, com a atitude desnecessária do governo de censurar um jornalista. A ação contra o correspondente acabou dando a um artigo, que até então tinha pouca repercussão, uma amplitude que não merecia e criou uma nova polêmica que, agora sim, corre o mundo e ganha as manchetes da imprensa nacional.

Nós, jornalistas da imprensa estrangeira, precisamos de nossos vistos para trabalharmos e esperamos poder exercer nossas funções sem o temor de que seremos censurados ou perseguidos caso escrevamos artigos que não sejam do agrado do governo. Neste sentido acreditamos que a ação contra Rohter cria um antecedente lamentável para a relação entre o governo e a imprensa, tanto nacional como estrangeira.

Não entendemos como um governo democrático que teve seus líderes perseguidos e censurados, toma uma decisão autoritária, logo com a imprensa estrangeira que, durante os anos do regime militar, levou muitas das denuncias feitas no Brasil contra a ditadura à opinião pública internacional. Foram, aliás, correspondentes da ACE, que em 1977 realizaram a primeira entrevista de repercussão internacional do então líder sindical e atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Sabemos do interesse do governo em tentar facilitar nosso trabalho, conforme foi comunicado durante uma reunião que tivemos em abril com duas assessoras de comunicação do Palácio do Planalto, por isso acreditamos que o governo admitirá sua falha e voltará atrás nesta decisão.

Associação dos Correspondentes Estrangeiros (ACE)


O Ministério da Justiça decidiu cancelar o visto temporário do correspondente do jornal americano "The New York Times", William Larry Rohter Junior, em retaliação à reportagem publicada no último domingo, na qual afirmava que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abusava de bebidas.

Em nota divulgada nesta noite, o ministro interino, Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto, classificou a reportagem como "leviana" e disse considerar "inconveniente" a presença do repórter no país.

"Em face de reportagem leviana, mentirosa e ofensiva à honra do presidente da República Federativa do Brasil, com grave prejuízo à imagem do país no exterior, publicada na edição de 9 de maio passado, do jornal "The New York Times", o Ministério da Justiça considera, nos termos do artigo 26 da lei n. 6.815, incoveniente a presença, em território nacional, do autor do referido texto. Nessas condições, determinou o cancelamento do visto temporário do senhor William Larry Rohter Junior", diz a nota.


Associação dos Correspondentes Estrangeiros de São Paulo (ACE-SP)

São Paulo, 05 de junho de 2003

Sr. Ricardo Kotscho
Secretário de Imprensa da Presidência da República do Brasil
Brasília-DF

Prezado Senhor Kotscho:

Aproveitamos a oportunidade deste encontro em Brasília com os diretores e membros da ACIBSS para nos somar às solicitações feitas por eles e para fazer as nossas observações sobre a primeira entrevista do Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

O fato da entrevista ter sido divulgada como sendo concedida à imprensa estrangeira causou inúmeros transtornos aos correspondentes dos meios que não participaram, junto as suas respectivas editorias. Alguns correspondentes receberam chamados de atenção dos seus chefes por não participarem do evento.

As explicações dadas pela Imprensa do Planalto para a seleção dos sete correspondentes que participaram, também não foram convincentes. Alguns membros da ACE-SP nos informaram que fizeram suas solicitações de entrevista logo após que o governo começou e, alguns inclusive, quando o Presidente foi eleito.

Correspondentes que fazem sua cobertura para meios de países que pertencem ao G-8, também não ficaram satisfeitos com a resposta de que a entrevista era apenas para jornais estratégicos para a reunião em Evian, considerando que participaram do encontro jornalistas da Espanha e de Portugal.

Estas observações, somadas ao fato do Presidente ter dado a sua primeira entrevista quase seis meses depois de assumir o cargo, às críticas da imprensa sobre as dificuldades de ter acesso jornalístico ao governo, têm criado um desgaste que acreditamos pode ser evitado daqui para frente.

Para melhorar este relacionamento entre o governo e a imprensa, no caso a imprensa estrangeira de São Paulo, que é a que representamos, gostaríamos de fazer algumas propostas:

- Que o governo planeje pelo menos uma entrevista anual do Presidente em São Paulo para atender aos jornalistas estrangeiros que trabalham na cidade. Atualmente a cidade de São Paulo tem 90 correspondentes estrangeiros cadastrados na ACE-SP. Este, aliás, é um pedido da maioria dos jornalistas que trabalham na cidade, e que nos enviaram seus comentários sobre a primeira entrevista presidencial.

- Pediríamos a mesma atenção dos ministros. A ACE-SP já fez pedido de entrevistas para a maioria dos ministros quando o governo começou, mas até o momento fomos atendidos apenas pelo ministro de Agricultura, Roberto Rodrigues. As entrevistas podem ser agendadas coincidindo com a presença do Presidente ou dos ministros à cidade de São Paulo.

- Que as entrevistas concedidas à imprensa estrangeira sejam comunicadas aos membros da ACE-SP, mesmo quando elas aconteçam em outras cidades como Brasília ou o Rio de Janeiro. Esta medida permitiria aos correspondentes que façam a solicitação aos seus meios para viajar à cidade em que acontecerá a entrevista.

- Gostaríamos que o senhor e a Sra. Inês Lima, nos façam uma visita e se reúnam com os correspondentes da ACE-SP, para que possam avaliar pessoalmente as necessidades dos correspondentes estrangeiros e estreitarmos as nossas relações.

Agradecemos a sua atenção e esperamos que possamos estabelecer um trabalho conjunto para levarmos melhor a imagem deste governo que tanto interesse vem despertando no exterior.

Atenciosamente,

Verónica Goyzueta
Presidente Associação dos Correspondentes Estrangeiros de São Paulo

Thierry Ogier
Vice-presidente

Kieran Gartlan, Thomas Milz, Elizabeth Johnson
Diretores


HISTÓRIA DA ACE

Vinte e sete anos depois da sua fundação e com mais de 100 membros, a ACE é uma das associações de correspondentes mais importantes das Américas.

No dia 15 de julho de 1977, Jan Rocha, correspondente da BBC de Londres, reuniu treze jornalistas em sua casa.

O fruto daquele encontro: a Sociedade da Imprensa Estrangeira em São Paulo (SIESP).

Outros sócios fundadores: Guy Arditi (France Presse), Stanley Lehman (UPI), Patrick Knight (The Times), Steven Yolen (Fairchild), Bill Hieronymus, Ernie McCrary (Business Week), Carry Frasier (Associated Press), Susan Branford (Financial Times), Nick Terdre (Latin American News), Denise Fon (Euromoney) e Bernardo Kucinski. Quatro deles (Rocha, Lehman, Knight e Hieronymus) são membros da Associação até hoje.

Nos primeiros anos, um comitê executivo (Rocha, Lehman e Fon) dirigiu as atividades. Seu trabalho trouxe maior reconhecimento profissional para os correspondentes de São Paulo. A SIESP organizou eventos e coletivas com figuras de destaque na sociedade brasileira - de Tancredo Neves a Fernando Henrique Cardoso.

O nome SIESP, que tinha a vantagem de evitar confusão com a associação irmã, a ACIE do Rio de Janeiro, trazia outros problemas, lembra Hieronymus. "Acho que às vezes era confundido com a empresa estatal de água", brinca.

No final da década de 80, Rick Turner (The Independent) se tornou líder do grupo, que passou a ser conhecido como Clube dos Correspondentes de São Paulo. No início da década de 90, o grupo adotou o nome atual: Associação dos Correspondentes Estrangeiros (ACE).

Com a abertura da economia, São Paulo começou a ganhar mais atenção nas redações internacionais. Crescia rapidamente o número de correspondentes sediados na cidade. Os novos integrantes sentiam a necessidade de fortalecer a associação.

No final de 1993, Jan Rocha assumiu mais uma vez a liderança, desta vez como presidente e adotou a mensalidade. Seus sucessores, Mario Krasnob (Télam) e Candace Piette (BBC), terceirizaram o trabalho administrativo e o então tesoureiro, Jonathan Wheatley, colocou as contas em ordem.

Em 1995, Bill Hinchberger (Brazilmax.com) assumiu a presidência e solidificou as melhorias administrativas, recrutou mais sócios, criou o primeiro website da ACE e ampliou os contatos com lideranças políticas.

Desde 1999, Verónica Goyzueta [Tiempos del Mundo, ABC] e Thierry Ogier [Les Echos] dirigem a associação em conjunto com vários grupos dos quais participaram Simon Romero e Jennifer Rich [NYT], Luis Esnal [La Nación] e Matthew Cowley [BNA].

A atual diretoria, integrada por Kieran Gartlan [Gringoes.com], Tom Milz [Caiman.de], Carlos Turdera [CafeCrift.com] e Elizabeth Johnson [Venture Equity Latin América, Latin.com], vem firmando a Associação entre os novos correspondentes e entre formadores de opinião de Brasil. Junto aos sócios e entidades parceiras, eles têm promovido o trabalho dos correspondentes por meio de eventos e atividades afins.

A ACE tem organizado coletivas importantes nos últimos anos, entre a que se destaca a do então candidato e hoje presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. Entre 2003 e 2004, os membros da ACE têm entrevistado os ministros Roberto Rodrigues, Olívio Dutra, Luiz Fernando Furlan, e outras personalidades como Fernando Henrique Cardoso, Roberto Requião, Rubens Ricupero, Eduardo Sanovicz e Oded Grajew.

Entre os projetos realizados recentemente estão:

· Comemoração dos 25 anos da ACE [2002, Grand Hyatt Hotel]

· Primeiro Encontro dos Correspondentes no Brasil [2003, BM&F]

· Livro "Guerra e Imprensa" [2003, Editora Summus]

Com prefácio de Heródoto Barbeiro, o livro traz artigos de doze correspondentes da ACE analisando o comportamento da mídia durante o período da guerra da Iraque que vai até a queda de Saddam Hussein. Os ensaios vão além da cobertura da Guerra e trazem questionamentos sobre o papel da imprensa no mundo contemporâneo.

Os textos são de Carlos Turdera, Chantal Rayes, John Kolodziejski, Kenneth Rapoza, Kieran Gartlan, Sol Biderman, Stephen Cviic, Tom Gibb, Tom Murphy, e Thierry Ogier e Verônica Goyzueta, que organizam o livro.

· Debate: "O Olhar Estrangeiro - A Vida do Correspondente de Imprensa no Brasil".

· [Junho 2004, Itaú Cultural]


FUNDADORES

· Diretoria 1977

· Jan Rocha [*]
· [ BBC ]

· Guy Arditi
· [ France Press ]

· Stanley Lehman [*]
· [ UPI ]

· Patrick Knight [*]
· [ The Times ]

· Steven Yolen
· [ Fairchild ]

· Bill Hieronymous [*] | Ernie McCrary
· [ Business Week ]

· Carry Frasier
· [ Associated Press ]

· Susan Branford
· [ Financial Times ]

· Nick Terdre
· [ Latin American News ]

· Denise Fon
· [ Euromoney ]

· Bernardo Kucinski

[*] São membros da ACE até hoje.

DIRETORIA ATUAL

· Presidência

· Verónica Goyzueta
· ABC [ Espanha ]
· Tiempos del Mundo [ EUA ]

· Vice-Presidência

· Thierry Ogier
· Les Echos [ França ]

· Diretoria

· Kieran Gartlan
· Gringoes.com [ Irlanda ]

· Tom Milz
· Caiman.de [ Alemanha ]

· Carlos Turdera
· Café Crift | Jornada [ Argentina ]

· Elizabeth Johnson
· LatinCEO - LatinCom [ EUA ]

· Assessoria de Projetos Especiais

· Oswaldo Braglia Jr.
· Fone: 5511 5049.2814 [ Brasil ]
· Endereço: Rua Rego Freitas, 530 - sobreloja
- São Paulo - SP - CEP: 01220-010.


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